A FAM acredita no esporte!

Por isso, patrocina a carreira do cabreuvano “Peixe”, como é carinhosamente chamado no Golf, Rodrigo Moreira Borges. “Peixe” iniciou sua jornada no golf há 10 anos. Atualmente treina no Japy Golf Resort de Cabreúva, e nunca mais parou.
Ele é tricampeão paulista, foi campeão este ano (2022), ano passado e retrasado.

Além disso, ele se reuniu com jogadores do mundo todo em Arujá, no PL Golf Clube, para disputar o bicampeonato Aberto do Estado de São Paulo.

Gustavo Azzolini, nosso diretor aqui da FAM – Faculdade de Americana, é bastante interessado nos esportes e já patrocina alguns atletas de outras modalidades, bem como eventos esportivos. 

Com o golf crescendo, o diretor da faculdade, sempre antenado ao mercado em expansão, decidiu que a instituição FAM – Faculdade de Americana poderia investir no patrocínio do esporte.

Esportes no geral para serem encarados como negócio, precisam não só do talento e foco dos atletas, como também de recursos para que seja viabilizado. Isso inclui patrocínios e suporte de carreira.

Quer deixar seu currículo incrível? A FAM te ajuda!
O currículo é a porta de entrada para ingressar no mercado de trabalho, pois traz as principais informações sobre o candidato, suas experiências, competências e mais. Porém, é preciso saber o que é importante ser colocado para chamar a atenção do empregador. E a FAM vai te ajudar com isso! Aqui vão algumas dicas para destacar seu CV e aumentar as chances de ser convocado para uma entrevista de emprego.

Clareza de dados

Para começar, você deve deixar seus dados de contato atualizados, afinal uma chamada virá a qualquer momento! Deixe, pelo menos, dois telefones e um e-mail para que os recrutadores mandem informações. Colocar fotos é opcional, mas se for colocar, saiba escolher, pois aquela que você postou nas redes talvez não seja a mais adequada. Dê preferência para fotos da cintura para cima, com roupas mais sérias e um leve sorriso. Escolha um fundo neutro que não fique discrepante com a cor da roupa escolhida.

Quais seus objetivos?

Deixe bem claro quais são seus objetivos profissionais, áreas e atividades de interesse. Isso pode ser feito em forma de uma breve apresentação, de no máximo três linhas, para que o recrutador saiba onde você pode se encaixar na empresa.

Fale de suas experiências

Cite suas experiências profissionais, de preferência em ordem cronológica, começando sempre pela sua empresa mais recente. Desta forma, você mostra o quanto foi aprendendo com a sua passagem em outros empregos e ajuda o recrutador a saber mais sobre seus conhecimentos e competências.

E os estudos?

Reforce cursos, mesmo que de curta duração, pois eles são bem-vistos pelos recrutadores e ajudam a melhorar o currículo. Tenha o cuidado de inserir os que têm ligação com a vaga de interesse em primeiro lugar. Não adianta você destacar um curso de gastronomia se o seu interesse é design de interiores, certo? E lembre-se: os cursos de idiomas também são muito importantes!

A aparência conta!

Calma que estamos falando da formatação do currículo! Separe e organize as informações para facilitar a leitura. Há quem prefira ficar no clássico e formatar no Word, mas há sites que disponibilizam diversos modelos mais dinâmicos e criativos, que dão uma aparência mais moderna ao CV, como o Canva e o Meu Currículo Perfeito.

Depois de montar o seu currículo, revise todas as informações para ver se não escapou nada ou se não ficou algum “errinho” de ortografia. Lembre-se de se candidatar a vagas que caibam nas suas competências e aumentem suas chances de contratação e a manter suas informações atualizadas em sites de recrutamento. Caso queira dar uma turbinada acadêmica em seu currículo, conte com a graduação e pós-graduação da FAM.

Como parar de procrastinar?

O que é procrastinar?

Do dicionário, verbo

transitivo direto e intransitivo

transferir para outro dia ou deixar para depois; adiar, delongar, postergar, protrair.

Na prática, procrastinamos quando colocamos empecilhos para realizar uma atividade. Está exatamente aí a diferença entre procrastinar e enrolar. Quando “enrolamos”, só deixamos a atividade para outro momento. Quando procrastinamos uma atividade, na verdade, colocamos alguns obstáculos para que ela seja realizada. Mas são obstáculos irreais. O que chamamos de ruído. Quase tudo é ruído. Uma vez que removemos todo ruído, sobra pouco do que é realmente essencial para realizar uma atividade.

Por que procrastinamos?

Para entender porquê fazemos isso, temos que entender o cenário em que vivemos hoje.

Nós vivemos a cultura do imediatismo. Queremos tudo ao mesmo tempo e para agora.

Principalmente depois do advento da internet, dos aplicativos e redes sociais, nos acostumamos a ter tudo resolvido e de forma mais rápida.

E junto com tudo isso, veio também as distrações e o excesso de informação, que nos confunde sobre o que é essencial, o que é importante, o que é urgente e o que é ruído.

Com isso, cada vez que temos uma atividade a ser realizada, fica muito difícil se concentrar e identificar com clareza o que realmente precisa ser feito e de fato fazer, e o que é ruído, que se encontram como obstáculos irreais para realizar o que se espera.

Por que isso se intensificou durante a pandemia?

Imagine que o cenário do imediatismo o qual citei acima já nos permeia, e dentro disso, chega um outro cenário completamente antagônico, a pandemia do novo Coronavírus.

É exatamente o oposto do que estamos acostumados. Estamos acostumados a fazer tudo “pra ontem” a ter o controle de tudo e de repente, chega um cenário o qual não temos gerência alguma do que pode acontecer.

Somado a isso, as questões emocionais que a pandemia carrega. Para além do sentimento ruim que paira no ar diante das perdas e enfermidades, mas também a ansiedade e estresse que causa não ter certeza sobre o andar das coisas.

Como lidamos com isso? Imediatismo e falta de controle?

Segundo a psicologia, tendemos a tentar suprir nossas necessidades emocionais da forma mais rápida possível. E no vão das nossas obrigações, inserimos ruídos para compensar aquilo que estamos sentindo.

Procrastinar piora nossa vida e não adianta nada!

A atividade que você se propôs a fazer não vai ser feita sozinha. Ainda que você adie, vai precisar ser feita. E quanto mais obstáculos você colocar na frente, mais difícil será concluí-la.

Procrastinar torna o dia a dia penoso. É ainda “menos vantajoso” (entre “ ” pois não há vantagem em nenhuma das opções) do que “enrolar”. Pois nós nos mantemos sempre preocupados com aquilo que precisa ser feito, e deixamos para depois. A mente não se concentra em fazer outra coisa, e tudo o que você tenta fazer para adiar a atividade principal, sai incompleto.

6 passos para parar de procrastinar

  1. 1) Evite interrupções.
    Para não perder “o fio da meada”, evite parar na metade, pois é muito difícil retomar a concentração e a qualidade após interrupções. Prefira as pausas estratégicas, após ter chegado ao fim de um raciocínio, pare para descansar, mas não pare algo que para retomar você precise recapitular muita coisa.
  2. 2) Crie prazos.

    Você já deve ter ouvido aquela história que se você quer que uma atividade seja feita rapidamente, entregue para o mais atarefado, pois ele dará um jeito de fazer. E que, por sua vez, se você der a atividade para o que está com mais tempo livre, ele arrumará uma desculpa e não dará conta de te ajudar. Funcionamos melhor com prazos.

    Trecho retirado do site Super Interessante da Editora Abril: “O psicólogo Dan Ariely, professor da universidade americana Duke, decidiu testar com os seus próprios alunos qual estratégia era mais efetiva contra a procrastinação.
    A primeira turma ganhou o direito de escolher os prazos para a entrega dos três trabalhos do semestre.
    Para a segunda, ele fixou apenas uma data final para a entrega, e quem terminasse antes não ganharia ponto extra.
    Para a terceira turma, não teve colher de chá: os três prazos eram fixos e inegociáveis.

    Adivinha quem procrastinou menos?
    O terceiro grupo.
    Sim, parece haver consenso que funcionamos melhor com ordens externas e punições claras.

    Procure anotar em algum lugar esse prazo, seja na sua agenda de papel, digital, etc.

    Quando anotamos, visualizamos. Tudo o que queremos fazer ou conquistar, precisa em algum momento ser visualizado.
  3. 3) Crie recompensas
    No livro “O Poder do Hábito’’, o autor, Challes Duhigg, fala sobre o poder de comemorar as “pequenas vitórias”, nome que ele dá para essas recompensas.
    Ele diz que, cada vez que a gente cria uma recompensa, ainda que pequena, para algo realizado, a gente desencadeia um processo de criação de hábito novo na nossa mente. E começamos a agir repetidamente dessa forma. Canalizamos a nossa energia em conseguir resultados para sentir aquela sensação novamente.
    Exemplo: toda vez que você conseguir completar uma etapa daquela atividade, se dê um tempinho fazendo algo que você curte para comemorar aquela “pequena vitória” em forma de recompensa.

    Seja escutar uma música que você gosta, ler um pouquinho de um livro, se permitir usar um pouco as redes sociais ou ligar para alguém especial. 
  4. 4) Trabalhe com “não procrastinadores”.
    Já dizia Jim Rohn “nós somos a média das cinco pessoas com quem passamos mais tempo”.Se você está rodeado de pessoas procrastinadoras, a tendência é você também se tornar uma. Portanto, se rodeie de pessoas que realizam as tarefas de forma efetiva.
  5. 5) Faça a pior coisa primeiro.
    Já dizia Jim Rohn “nós somos a média das cinco pessoas com quem passamos mais tempo”.Se você está rodeado de pessoas procrastinadoras, a tendência é você também se tornar uma. Portanto, se rodeie de pessoas que realizam as tarefas de forma efetiva.
  6. 6) Uma coisa de cada vez.
    O autor, Greg McKeown, em seu livro, “Essencialismo”, fala sobre você canalizar sua energia em uma coisa só por vez. Ele diz mais especificamente, ao invés de avançar um milímetro em muitas direções, o essencialista dedica energia a uma ou uma quantidade muito limitada de coisas.

    Então foque cada vez em um tópico e só inicie o outro, quando tiver terminado o anterior.
Qual a diferença entre bacharelado e licenciatura? Qual vale mais a pena?

Para escolher qual modalidade fazer, você precisa entender o que é cada um e qual te trará mais oportunidades!

Bacharelado

Os cursos de bacharelado são voltados para a execução direta das atividades da profissão escolhida pelo estudante.  Em diversos cargos no mercado de trabalho.

Contudo, o bacharel não é indicado para quem pretende lecionar, principalmente lecionar em escolas. E para que esse profissional que se formou em curso bacharelado possa dar aula em faculdades, ele precisará realizar uma pós-graduação stricto sensu — mestrado ou doutorado.

Licenciatura

Geralmente, o curso de licenciatura, te permite dar aula no ensino básico – ensino médio.

Dependendo do curso, o profissional também pode dar aulas em faculdades, sejam elas públicas ou privadas. Como é o caso de cursos de filosofia.

Já essa modalidade, o estudante deve escolher caso ele tenha objetivo de ministrar aulas e ensinar o que aprendeu na faculdade. Você se forma, e então já está apto para dar aulas.

Porém, licenciatura pressupõe algumas disciplinas ligadas a educação. Diferente do bacharel.

Mas se em ambos eu posso vir a lecionar, qual a melhor opção?

Quando estamos falando do mesmo curso, sendo ele licenciatura ou bacharelado, conterá alguns núcleos em comum de disciplinas.

A principal diferença entre os cursos de licenciatura e bacharelado está no objetivo da formação: bacharel para atuar no mercado de trabalho produtivo e licenciatura para atuar no mercado da educação apenas lecionando.

Se você pensa em dar aula, opte pela licenciatura. Se esse for o seu objetivo principal!

Conheça os cursos da FAM em Licenciatura:

Conheça os cursos da FAM em Bacharelado: